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Projeto Reciclar



PROGRAMA DE COLETA SELETIVA E RECICLAGEM DE LIXO

O PROJETO RECICLAR da FAEM-UFPel, idealizado pelos estudantes Marcelo Michelon, Gabriel Colle, Gabriel Shwalm, Sandro Elias e Luciano Almeida e professores da FAEM está completando 7 meses desde sua implantação em junho de 2001.

DESTAQUE
O Projeto Reciclar da Universidade Federal de Pelotas em conjunto com o Projeto de Reciclagem de lixo da Escola Básica Melo E Alvim, de Herval D Oeste - SC, construiram um BARCO ECOLÓGICO. O barco foi construído com 475 garrafas de plástico pet 2 litros. Essas garrafas foram conectadas através de fios, sacos e mangueiras reaproveitadas. A embarcação pesa em torno de 60 Kg, tem capacidade para 3 pessoas e levou 20 horas para ser construído. O objetivo deste projeto é sensibilizar a população para a importância da reciclagem e reaproveitamento do lixo produzido diariamente. Agora o barco será visitado por crianças da escola incentivando nelas a conciência ecológica.



Diversas campanhas, com auxílio do Banrisul e Câmara Júnior de Pelotas, estão sendo realizadas para a população, com o objetivo de sensibilizar as pessoas para a educação ecológica, proporcionando uma melhor interação entre o homem e o meio-ambiente.

No dia 6 de fevereiro foi realizada uma campnha no Restaurante Universitário do Campus da UFPel, envolvendo toda a comunidade universitário.

Tudo o que sobra tem seu lugar. Abrace essa idéia!

Corpo Docente
Tânia B. G. A. Morcelli (Depart. Solos);
Pedro Binsfeld (Centro de Biotecnologia);
Ledemar C Vahl (Direção Registros Acadêmicos);
César V. Rombaldi (Direção Faculdade Agronomia);
Paulo R. Koetz (Ciência e Tecnologia Agroindustrial);
Odir A Dellagostin (Centro de Biotecnologia).

Corpo Discente
Marcelo Michelon
Sandro Al Alan Elias
Gabriel Colle
Luciano Francisco Almeida


Participantes
André Michelon
Gabriel Schwalm


Categorias de Lixo:
  • Domiciliar
  • Hospitalar
  • Industrial
  • Comercial
  • Entulho
  • Lixo público
Curiosidades
  • As estimativas indicam que para as principais cidades do Terceiro Mundo, a coleta de lixo urbano atende apenas metade da população e são coletados 60-70% do lixo produzido, além de consumir 20-50% dos orçamentos municipais (HOMMA, 2000). Logo, se o lixo domiciliar representa 60% do total de lixo produzido, é necessário muita cooperação de toda população.Como estamos manejando nossos resíduos, nosso lixo?
  • O Brasil urbano produz 90 mil toneladas de lixo por dia, com uma estimativa de 0,5Kg/dia/per capita.
  • Para cada 1% de aumento na renda per capita, está associado com aumento de 0,34% na geração de lixo sólido, enquanto para cada 1% de aumento na população, expande a geração de lixo em 1,04%(BEED e BLOOM, 1995).
  • Há um grupo de cientistas pesquisando e procurando desenvolver plástico biodegradável, utilização do lodo de esgoto para agricultura e de bactérias geneticamente modificadas para transformar resíduos que contenham celulose em álcool.
  • 80% do lixo doméstico são recicláveis · A cada tonelada de papel reciclado economiza-se 26000 litros de água, 100 litros de óleo combustível e cerca de 17 eucaliptos.
  • A reciclagem de embalagens PET utiliza 30% da energia necessária para a produção de resina virgem e, tendo a vantagem de poder ser reciclado várias vezes sem prejudicar a qualidade do produto final.
  • Cerca de 35% das latas de aço consumidas no Brasil são recicladas. Se todas as latas de aço consumidas atualmente fossem recicladas, seria possível evitar a retirada de 900 mil toneladas de minério de ferro por ano, deixaria de ocupar 8,6 milhões de metros cúbicos em aterros sanitários todos os anos, proporcionaria economia de 240 milhões de kWh de energia elétrica - equivalente ao consumo de quatro bilhões de lâmpadas de 60 watts.
  • Para reciclar uma tonelada de latas de alumínio gasta-se 5% da energia necessária para produzir a mesma quantidade de alumínio pelo processo primário, além de evitar a extração da bauxita, o mineral beneficiado para a fabricação da alumina, que é transformada em liga de alumínio. Cada tonelada do metal exige cinco de minério.
  • As lâmpadas fluorescentes contêm um metal altamente prejudicial ao meio ambiente, o mercúrio. Quando depositado em aterro, este mercúrio é liberado e causa contaminação do lençol de água subterrâneo.
  • Tempo de decomposição de alguns resíduos:
    • Toco de cigarro - 1 a 2 anos
    • Chicletes - 5 anos
    • Latas de folhas flandres - 10 anos
    • Isopor - 80 anos

Coleta Seletiva - matéria do site www.lixo.com.br

A coleta seletiva é uma alternativa ecologicamente correta que desvia, do destino em aterros sanitários ou lixões, resíduos sólidos que poderiam ser reciclados. Com isso alguns objetivos importantes são alcançados; a vida útil dos aterros sanitários é prolongada e o meio ambiente é menos contaminado. Além disso, o uso de materiais recicláveis diminui a extração dos nossos tesouros naturais. No Brasil existe coleta seletiva em cerca de 135 cidades, de acordo com o professor Sabetai Calderoni, autor do livro Os Bilhões Perdidos no Lixo, Ed. Humanitas. Na maior parte dos casos a coleta é realizada por catadores associados em cooperativas, gerando novos empregos. Sistemas de coleta seletiva podem ser implantados em uma escolas, empresas ou em bairros. Não há uma fórmula universal, contudo, é muito importante pensar globalmente, mas AGIR localmente (Pólitas Gonçalves).

Como Implantar a Coleta Seletiva
O interesse pela coleta seletiva e reciclagem é muito importante, porém existem dois outros itens igualmente importantes nessa cadeia que são a educação ambiental e a destinação. Sem que cada elo desta corrente seja previsto e planejado o sucesso do programa fica comprometido. Na prática a seqüência desta cadeia deve funcionar assim:

Educação ambiental -> Coleta seletiva -> Destinação -> Reciclagem

Mas, em primeiro lugar, temos que pensar na destinação, pois não vai adiantar nada acumular materiais recicláveis em nosso quintal antes de saber que destino dar a esse material, pois esta prática poderá permitir o acúmulo de água parada e a transmissão da dengue.

O comércio de recicláveis tem características fortes que, eventualmente, dificultam a implantação de coleta seletiva. Este comércio tem quatro exigências determinantes:
  • Quantidade,
  • Qualidade,
  • Freqüência,
  • Forma de Pagamento.
As indústrias de reciclagem, principais compradores de matéria prima reciclável, só compram em grandes quantidades (mínimo uma tonelada), material selecionado e enfardado; isso determina a qualidade. A indústria dá preferência a quem fornece esse material com freqüência. E a forma de pagamento costuma ser em 30 a 40 dias. As indústrias de reciclagem são fábricas de vidro, de papel e papelão, de latas de alumínio e fábricas de sacos de lixo que reciclam alguns tipos de plástico. Antes de começar a coletar precisamos mapear as possíveis destinações do material a ser coletado, ou seja, precisamos nos programar para alcançarmos excelência nestes fatores. O ideal é investir em um galpão de no mínimo 500m2 para acumular papel e papelão enfardado (que não pode tomar chuva como outros materiais), e uma prensa-enfardadora. Por questões financeiras, talvez não seja possível começar assim.

De qualquer maneira continuamos tendo que pensar no destino do lixo reciclável que vamos coletar. Deve haver sucateiros em sua cidade. Estes não são tão exigentes quanto às indústrias recicladoras e compram em menor quantidade, mas pagam bem menos. Eles são os atravessadores e quanto menor for o sucateiro, menos ele vai pagar. Cadastre-os. Faça uma pesquisa de quanto eles pagam por kg de material e veja se é possível começar assim. Cheque que materiais eles compram, para encontrar destino para tudo o que vocês pretendem coletar: papel e papelão, vidro, lata de alumínio, sucata ferrosa e plásticos (checar quais tipos são comprados, pois são muitos os tipos). Desenvolver o artesanato com alguns tipos não comercialmente interessantes pode ser uma boa.

Outra coisa, quanto mais perto o destino do lixo reciclável, melhor, para evitar o aumento do custo do transporte do material. O custo do transporte é o grande vilão da coleta seletiva.

Faça contato com os catadores existentes. Talvez seja conveniente organizá-los em cooperativa ou associação. Os programas que existem em cidades brasileiras há mais de cinco anos são tocados pelas cooperativas, em sua totalidade. Esta prática tem originado um silencioso e belo movimento de inclusão social, já que os catadores são, eventualmente, pessoas que viviam na exclusão social, em formas degradantes de marginalidade; e através do trabalho cooperativo tiram seus salários e recuperam seu lugar na sociedade.

Uma outra destinação importante na viabilização de pequenos projetos de implantação de coleta seletiva, tais como condomínios e escolas, são as instituições filantrópicas que já comercializam com algum atravessador o material reciclável que acumula. A doação será muito bem vinda e o objetivo principal que era evitar que este material fosse parar no aterro sanitário ou para a rua, é fazer com que ele retorne para a linha de produção, economizando recursos naturais. Se o seu objetivo é ter lucro isso, é possível, desde que você tenha economia de escala lembrando sempre dos quatro fatores apresentados no início destas informações básicas. Esta informações são de Pólitas Gonçalves, www.lixo.com.br

Mercado para os Resíduos
Há materiais que não encontram mercado em certas localidades. Isso significa que o catador não tem a quem vender certo material reciclável recolhido. Acontece muito com o isopor, no Rio de Janeiro, houve uma época em que alguns surfistas compravam o isopor, selecionado pelos catadores, para fazer pranchas. Quem se interessa por separar ou coletar lixo reciclável deve antes conferir o destino a ser dado a cada material, ou seja; aprender o mercado. Lembrando sempre que, quanto mais perto, maior o lucro. Aliás, vale lembrar que o que é caro não é ambientalmente correto, pois, se é caro, é porque custou mais recurso natural. Ás vezes a gente pensa que está ajudando, mas está gastando muito para ajudar. Devemos ajudar a Natureza, sempre de forma econômica!

É o caso da reciclagem de jornal, que é uma boa matéria prima para a fabricação de papelão e não de papel claro, pois seria necessário uma grande quantidade de clareadores químicos para produzir papel claro. Esses clareadores. ao retornar para a natureza a contaminaria. Por isso, para a fabricação de papel reciclado claro é usado apara de primeira que exige menos clareadores. Se o catador do seu bairro não se interessa por plástico, é possível encontrar outra destinação. Uma instituição beneficente que desenvolve artesanato a partir de sucata, por exemplo, ou uma escola que usa potes plásticos em aulas de pintura. Não é fácil, mas muitas coisas que hoje são corriqueiras em nossa vida, um dia foram consideradas impossíveis.

Quando vemos o lixo reciclável não ser totalmente aproveitado para a reciclagem, pela cooperativa de catadores, pensamos em desistir. Mas, ainda que alguns plásticos acabem indo parar no caminhão de lixo, o desafio da mudança de hábito está acontecendo.

Esta é a parte mais importante. Afinal, estes são os primeiros degraus. Uma vez mudados os hábitos, o cidadão passa a demandar a correção ambiental das indústrias. O cidadão consciente, que age localmente, gera uma demanda global de mudança, e também uma demanda por mais produtos verdes.

De acordo com o jornal VALOR ECONÔMICO, 31% dos consumidores prestigiaram e/ou puniram empresas com base em sua conduta social no último ano. Desta forma, com CONSCIÊNCIA AMBIENTAL E AÇÃO LOCAL, o cidadão exerce seu poder de determinar a sua preferência o mercado.

Portanto, se depois de termos buscado alternativas à comercialização de materiais que não tem mercado, não puderem ser usados na construção, no artesanato, e este material tiver destino final no aterro sanitário ou lixão, isso deve ser visto como parte de um processo em evolução.

O mais importante para o planeta é a mudança de hábitos. Com a geração de demanda, a tendência é a melhoria das alternativas (Pólitas Gonçalves).

Glossário
RECICLAGEM: é o processo pelo qual torna-se viável a reutilização de um material, cuja matéria-prima é retirada da natureza, minimizando os custos ambientais até a obtenção do produto final. São cinco tipos de lixo a reciclar, para isso sete pontos de coleta foram colocados na faculdade de agronomia Eliseu Maciel e restaurante universitário.

PAPEL: Leva de 2 à 4 semanas para se decompor (papel, papelão, jornais, revistas, toalha sem resíduos, embalagens de papel...). Em cada departamento há uma caixa de papelão para recolhimento de papel lixo.

PLÁSTICO: Leva 450 anos para se decompor (garrafas, embalagens plásticas, canudinhos, etc...)

VIDRO: Pode levar milhares de anos para se decompor, ao ser reciclado, economiza-se areia e energia elétrica. (Garrafas, vidros quebrados, ...)

METAL: Leva 200 a 500 anos para se decompor (latas de bebidas, tampas)

NÃO RECICLÁVEL: Restos de alimentos, restos de plantas, erva-mate, toalhas de papel e guardanapos com resíduos.

REDUZIR a quantidade de lixo produzido, desperdiçando menos e consumindo o necessário;

REUTILIZAR embalagens plásticas, garrafas, latas, papel, etc.

RECICLAR o papel, o vidro, o plástico, o metal.


Campanha no Restaurante Universitário - fevereiro de 2002




Para saber mais
www.cempre.org.br
www.redambiental.org
www.conama.com.br
www.lixo.com.br
www.ufv/Pcd/Reciclar
www.salveoplaneta.com.br/reciclagem.htm
www.grn.com
www.raymond.com
www.reciclagem.pcc.usp.br/artigos1.htm


Maiores informações pelos e-mails:
selias@ufpel.tche.br
lalmeida@ufpel.tche.br
gcolle@ufpel.tche.br
michelon2005@yahoo.com.br


APOIO
Prefeitura do Campus - Restaurante Universitário


   

        




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